3 análises que você deve fazer ao usar o Facebook

E o Facebook, te dá prejuízo?

Essa colocação é propositalmente semelhante ao título do post anterior, pelo simples fato que é necessária a mesma análise em relação ao Facebook. Vamos a ela.

O Facebook é o paraíso da divulgação. Tenho uma página, não pago nada por isso, divulgo minha empresa, meus produtos e serviços!” Se você pensa assim, cuidado. Pergunte-se:

  • Você investe muito do seu tempo no facebook?
  • Será que esse tempo melhor empregado não poderia trazer mais negócios? (Aqui cabe bem a conhecida frase “tempo é dinheiro”)

Segue abaixo algumas afirmações para você analisar e reavaliar a forma como vê e usa o Facebook:

1. O Facebook é um “cemitério de posts”

Tempos atrás eu ouvi essa frase, e fez muito sentido para mim. Aliás também fez sentido o termo “linha do tempo“, usado pelo próprio Facebook.

Tudo que colocamos ali é uma postagem de momento. Daqui a uma semana o post fará parte do passado e ninguém mais vai vê-lo. E com o crescimento da rede social, há cada vez mais gente compartilhando conteúdo que vai disputar espaço com o seu.

Ou seja, a postagem que você demorou um bom tempo para elaborar, pensar, buscar imagens… vai se perder rapidamente num oceano de postagens. Além disso, você mesmo pode piorar a situação, se não souber como e onde postar. Veja alguns fatores que você precisa considerar para (tentar) atingir mais pessoas:

  • conhecer os melhores horários para postar;
  • compartilhar as postagens nos grupos certos;
  • saber elaborar abordagem e conteúdo adequados.

E aqui há mais um fator que afeta especificamente as empresas que trabalham com eventos:

  • o momento em que você posta: a pessoa pode não estar interessada naquele momento, e se interessar um dia depois. Aí o seu post já ficou no “passado”.

2. O Facebook tem interesses próprios – e isso JÁ te afetou

No dia 29/06/2016 o Facebook anunciou mais uma mudança na forma de demostrar o conteúdo para os usuários, que consiste em mostrar mais posts de amigos e menos conteúdo de fanpages.

Com essa mudança o alcance orgânico das páginas caiu drasticamente. E essa mudança impactou a realidade de todas as empresas, principalmente aquelas que investiram tempo e dinheiro para aumentar o seu número de seguidores. E isso vai continuar ocorrendo, nessa e nas outras redes sociais, que sempre vão buscar formatos melhores para o seu próprio benefício.

Não fica claro que com isso visam o aumento do número de anunciantes? E você, ou sua empresa, terá que se adequar a isso.

3. O conteúdo que você posta não é seu, é do Facebook

Quer uma prova disso? Tente obter informações de contato das pessoas que curtiram a sua página. Não há como! Leia os termos de uso da sua página e veja que tudo aquilo não é seu, é do Facebook.

É claro que o Facebook, como qualquer rede social, não deve ser negligenciado; ele deve ser usado sim, isso não tem mais volta. E funciona! Inclusive há muitas formas de melhorar a abrangência dos posts, e gerar mais engajamento na sua audiência.

Mas é preciso saber fazer. Por exemplo: com uma simples mudança na abordagem dos posts criados para a fanpage do Casar Bem (www.casarbem.com.br), conseguimos aumentar em 500% o número de “curtidas” semanais no www.facebook.com/casarbem.

Pense “fora da caixa”

Continue usando o Facebook! Mas não faça ações visando manter a pessoa ali, só curtir a sua página, ou te seguir, pois isso não vai levar a nada, ou quase nada.

O Facebook deve ser utilizado como uma mídia, um meio para divulgar a sua empresa, atrair pessoas para o seu site, fazer contato, compartilhar conteúdo que você já gerou em outros canais. Direcione o visitante ao seu site, onde você tem condições de obter mais informações sobre ele, no mínimo o seu e-mail.

A sua mentalidade deve ser FECHAR NEGÓCIOS, e não conseguir seguidores.

Para que ter milhares ou milhões de fãs na sua página se você não fecha negócios? Se você tem 150 seguidores mas está fechando negócios com essas 150 pessoas, isso é o importante.

Mas eu não tenho uma fanpage, eu tenho um perfil, o que eu devo fazer?

Esse é o caso de muitos profissionais da área de eventos sociais, como cerimonialistas, por exemplo. É simples: nesse caso a divulgação fica limitada a quem é seu amigo, ou te segue. Mas como a pessoa vai CHEGAR até você, sem te conhecer? Esse é o ponto.

E qual é a melhor saída?

Anuncie! (se você pensou em parar de ler, saiba antes de algo muito importante: é mais barato que você imagina).

Onde? No Facebook (sim, é isso mesmo). Ou no Google. Ou nas outras redes sociais. Mas não anuncie para que as pessoas entrem na sua fanpage, e sim, para efetivamente fechar negócios. Claro que é preciso saber anunciar, há alguns segredinhos para alcançar um excelente resultado com um investimento reduzido.

Se você se interessou em anunciar e quer saber as diferenças entre anunciar no Facebook e no Google, deixe um comentário ou entre em contato.

Conclusão

É claro que você pode continuar batalhando um aumento da sua audiência de forma gratuita, mas faça as contas se o tempo que você está gastando não poderia ser utilizado de uma forma mais produtiva e lucrativa, inclusive para pagar os anúncios.

Até a próxima!

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Felipe Rasmussen

Felipe Rasmussen
Arquiteto de formação pela FAU-USP, pegou gosto pela Internet ainda na faculdade. Desenvolveu seu primeiro site para o projeto de graduação, lá nos idos de 2000, e não parou mais. Agregou ao seu conhecimento o Marketing Digital, e hoje, juntamente com a equipe da Macroweb, ajuda empresas de todo o país a apresentar-se na Internet de forma útil, relevante e profissional.

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